Governo do Distrito Federal
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19/06/18 às 9h34 - Atualizado em 30/10/18 às 12h17

Tecnologia e inovação vão nortear trabalho do Biotic

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Parque Tecnológico vai reunir startups, empresas de base tecnológica e instituições de ensino

 

Foto: Cleverlan Costa

O que um bracelete com sensores que alertam para a queda de açúcar no organismo e um software que permite entregar um resultado de avaliação física rapidamente têm em comum? Eles são soluções tecnológicas elaboradas por duas empresas de base tecnológica – conhecidas por startups – que deram certo e acabaram se consolidando no mercado. As duas empresas vão ocupar um espaço no edifício de governança do Parque Tecnológico Biotic, que será inaugurado nesta quinta-feira, 21, às 9h. O Biotic fica entre a Granja do Torto e Parque Nacional de Brasília.

 

Ambas empresas começaram o negócio há mais de quatro anos em Brasília. Elas fazem parte de um conjunto de outras cinco empreendedoras que foram escolhidas mediante edital pela Biotic SA, organização responsável pela gestão do Parque Tecnológico. “Esse edital buscou selecionar empresas que já estão em um estágio de maturação avançado. Que têm faturamento, desenvolvimento e produtos. São startups que deram certo e já tem condições de planejar a sua escalada, sua curva de crescimento”, explica o analista da Biotic S/A, Willamy Mamede.

 

Fernando Teixeira é cofundador de uma dessas empresas, a Tera Science. Ele desenvolveu uma espécie de escâner corporal que pode ser usado por médicos, nutricionistas e educadores físicos. “O sistema tem a função de levantar biomarcardores importantes para saúde humana que consideram a hidratação, a atividade celular e muscular do indivíduo visando a sua saúde e longevidade”, detalha o empresário.

 

Para Fernando, a criação do Parque Tecnológico é importante passo para o desenvolvimento do setor. “Ter um ponto de referência unindo a capacidade empreendedora com talentos técnicos, ações governamentais com metas e rumos, além do mercado de investidores e clientes, pode tornar o DF um grande polo de tecnologia da América Latina muito em breve”, aposta.

 

O secretário adjunto de Ciência e Tecnologia, Marcelo Chubaci, explica que o trabalho para desenvolvimento das startups no prédio de governança do Biotic será feito pelo agente de inovação, no caso, o próprio Biotic SA. “Ele vai prover todo o modelo de consultoria e assessoria como eventos, palestras, seminários, workshops, rodadas de negócios. Enfim, ele é quem vai dispor de todas as ferramentas para criar network, criar conhecimento para quem teve a ideia”, explica Chubaci.

 

Incentivo

O Sebraelab, que ocupa todo o térreo do edifício de governança do Biotic, será o grande responsável por fomentar as startups. São vários ambientes voltados ao empreendedor, como auditório multiuso, sala de ideação (para compartilhamento de ideias), sala de mentoria para atendimento personalizado, espaço de coworking (locação por startups), estúdio para gravação e vídeo, sala de descanso (com sinuca e ping-pong) e um espaço para consultorias, entre outros.

 

O superintendente do Sebrae-DF, Rodrigo Sá, explica que o Sebraelab é um ambiente corporativo e multifuncional que foi pensado para o desenvolvimento de ideias inovadoras. “Nós já temos mais de 400 startups em Brasília e aqui há um ambiente favorável para esse modelo de negócio. A gente acredita que com essa parceria entre a SEDICT, a FAP e o Biotic, nós vamos fazer um grande trabalho para o desenvolvimento econômico do DF”, finalizou.

 

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