Governo do Distrito Federal
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31/07/19 às 17h50 - Atualizado em 16/08/19 às 16h42

Secretário apresenta projeto do gasoduto Brasil Central a investidores internacionais

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No Fórum Latino Americano de Infraestrutura Coutinho ressaltou que o gás canalizado vai promover crescimento econômico

 

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Ruy Coutinho, apresentou nesta quarta-feira no Fórum Latino Americano de Infraestrutura, que está sendo realizado em Brasília, o projeto para a implantação do gasoduto do Brasil Central. O evento foi aberto nesta quarta-feira pelo governador do DF, Ibaneis Rocha, a participação de secretários de Estado e dirigentes de empresas estatais, além da presença do secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, e empresários.

 

Segundo Ruy Coutinho, o empreendimento que vai transportar o combustível por 905 km entre São Carlos, em São Paulo, a Brasília, tem orçamento inicial de US$ 1 bilhão (equivalente a R$ 3,5 bilhões) e mercado para as áreas industrial, comercial e para veículos. O gás também poderá ser utilizado para a cogeração de energia.

 

De acordo com o projeto, está prevista a passagem do gasoduto em pelo menos cinco grandes cidades, entre elas uma capital (Goiânia) e regiões de forte potencial econômico, como Ribeirão Preto e Uberaba. O projeto prevê a passagem do gasoduto em Itumbiara e Anápolis antes de chegar à Brasília. “O gasoduto vai transformar a matriz energética da região por onde passará, vai possibilitar a implantação de novas industrias ao longo do trajeto e com a utilização de energia mais limpa e barata”, disse Coutinho.

 

O gasoduto com terá capacidade para transportar 5,7 milhões de metros cúbicos por dia. Além disso, segundo o secretário, a energia do gás vai promover o crescimento sustentável da indústria no DF e, ao mesmo tempo, induzir a criação de emprego formal e geração de renda para a região.

 

O Fórum organizado pela empresa americana CG/LA vai até amanhã no Centro de Convenções do Brasil 21. No cardápio de opções para grandes investidores internacionais está a privatização da Companhia Energética de Brasília (CEB), Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb), iluminação pública e implantação do VLT, entre outros.